{"id":234,"date":"2020-11-27T11:59:49","date_gmt":"2020-11-27T14:59:49","guid":{"rendered":"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/?page_id=234"},"modified":"2020-12-22T18:50:43","modified_gmt":"2020-12-22T21:50:43","slug":"instrumentista","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/index.php\/instrumentista\/","title":{"rendered":"Instrumentista"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Outshine (1992-94)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/outshine.jpg\" alt=\"Outshine\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esta foi minha primeira banda, formada com o amigo Rafael Jr., baterista. Com influ\u00eancias do Deep Purple, Black Sabbath, Led Zeppelin, Alice in Chains e Soundgarden, fizemos alguns shows e gravamos uma fita &#8220;demo&#8221; no est\u00fadio de Jairo Bala, fita esta que seria comentada na revista Rock Brigade Ano12, vol.81, Abril de 93 (Capa &#8211; Van Halen). Na foto, d\u00e1 pra ver Fabinho, Cl\u00e1udio, Daniel, eu (escondido atr\u00e1s de Rafael), e Rafael. Bons tempos de adolesc\u00eancia, quando eu n\u00e3o fazia mais nada al\u00e9m de tocar e sair para namorar com Agatha, que virou minha esposa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Woodgod (1994-95)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/woodgod.jpg\" alt=\"Woodgod\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esta foi minha segunda banda, com o fim da Outshine. Na verdade eu esqueci porque a Outshine acabou. Mas tudo bem, porque ela foi a base para uma das melhores bandas do Estado, a Snooze. Voltando ao assunto, a Woodgod era formada por Cl\u00e1udio, um amigo e ex-aluno de guitarra, H\u00e9lder no Baixo, Nelson no vocal e Vodu na bateria. Com influ\u00eancia direta de Metallica, Megadeth e Dream Theater, chegamos a compor algumas m\u00fasicas e fazer alguns shows, mas n\u00e3o foi pra frente n\u00e3o. Nelson n\u00e3o gostava de ensaiar, e Vodu nunca comprou uma bateria que prestasse. Com o fim da Woodgod, Claudio e H\u00e9lder foram para S\u00e3o Paulo estudar m\u00fasica, e eu entrei na Warlord. Cl\u00e1udio desistiu da m\u00fasica e hoje est\u00e1 trabalhando com Design Gr\u00e1fico e inform\u00e1tica. H\u00e9lder, ap\u00f3s anos de estudo com Celso Pixinga, parace que aprendeu a tocar baixo, hehehe. Hoje ele continua em Sampa, tocando em diversas bandas. Vodu, sumiu. Nelson, encontro vez ou outra, nos supermercados da vida&#8230;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Projeto Instrumental (1994-95)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/demo2.jpg\" alt=\"Foto Demo\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Comecei a tocar m\u00fasica instrumental ap\u00f3s um pequeno curso de harmonia na m\u00fasica popular com Alvino Argollo, que muito me incentivou a estudar guitarra mais profundamente. Acompanhado pelo tecladista Edmundo me apresentei em alguns bares da cidade (horr\u00edvel, hehehe), tendo inclusive gravado uma entrevista na TV ATALAIA (SBT), em 11 de outubro de 93, no programa Jo\u00e3o de Barros. Tal projeto culminou na grava\u00e7\u00e3o de uma fita em 1995, que cont\u00e9m quatro m\u00fasicas pr\u00f3prias, uma vers\u00e3o para SO WHAT de Miles Davis, uma interpreta\u00e7\u00e3o de FOR THE LOVE OF GOD de Steve Vai e RETRATO BRASILEIRO de Baden Powel. A grava\u00e7\u00e3o contou com a presen\u00e7a de Rafael Jr. na bateira, Dinho Dog no baixo, e \u00c1lvaro na guitarra. Apesar da m\u00e1 qualidade de grava\u00e7\u00e3o, e do uso de playback MIDI em determinadas faixas, a fita teve bom coment\u00e1rio na revista GUITAR PLAYER Ano2, n\u00b019 (Capa &#8211; Eric Clapton).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Henrique Teles e Maria Scombona (1994-99)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/scombona.jpg\" alt=\"scombona\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Assim a banda se definem: &#8220;colocando-se na contra-m\u00e3o das tend\u00eancias dominantes, a Maria Scombona emerge com uma sonoridade inovadora: seu som \u00e9, na verdade, uma mistura \u00fanica de rock\u00b4n roll, blues, soul e R&amp;B carregada com sotaque e ritmos incontestavelmente nordestinos &#8211; dando forma a um regionalismo universal que \u00e9 tipicamente scomboneano&#8221;(?)!<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser convidado a assumir o lugar do guitarrista Marcus Vin\u00edcius em 94, juntei-me \u00e0 Maria Scombona e com eles gravei algumas m\u00fasicas &#8216;demo&#8217; em est\u00fadio. Tive a oportunidade de tocar junto com artistas como Martinho da Vila e Oswaldo Montenegro. Foi uma \u00e9poca maravilhosa, e a banda est\u00e1 a cada dia melhor. Deixei de tocar com eles em 1999, eu acho. Depois de mim entrou \u00c1lvaro, que gravou o CD da Banda, e no lugar de \u00c1lvaro entrou Abra\u00e3o&#8230;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Alex Sant&#8217;Anna (1997-2000)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/alex2.jpg\" alt=\"Alex\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Grande amigo, com quem toquei em diversos bares da cidade durante anos, principalmente no antigo Martinica e no Tequila Caf\u00e9. Juntos criamos arranjos para diversas m\u00fasicas do repert\u00f3rio musical brasileiro. Nossos shows eram, no m\u00ednimo, divertidos. Sempre foi muito legal estar tocando com Alex. O astral era 10. Sa\u00ed da banda em 2001 para me dedicar mais aos estudos da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Com ele gravei uma m\u00fasica constante no CD do SESC Can\u00e7\u00e3o, dispon\u00edvel na se\u00e7\u00e3o de downloads.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sulanka (1997-99)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/sulanka.jpg\" alt=\"Sulanka\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Banda que faz fus\u00e3o de ritmos nordestinos e folcl\u00f3ricos com a m\u00fasica pop. Na verdade a Sulanca nunca deixou de ser um projeto de Jorge Ducci. Nunca foi uma banda, no sentido &#8216;lato&#8217; da palavra. Este foi um dos motivos que me fizeram deixar a banda, ap\u00f3s v\u00e1rios shows, no in\u00edcio de 1999. Na verdade, foi um show, que me irritei muito com Jorge. Hoje, somos amigos e n\u00e3o guardo m\u00e1goas. Em meu lugar entrou \u00c1lvaro, de novo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Bando de Mulheres (1998)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/bando_mulheres.jpg\" alt=\"Bando de Mulheres\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Banda de forr\u00f3 na qual fiz toda a temporada de S\u00e3o Jo\u00e3o de 1998 (cerca de 20 shows) deixando-a em julho. Guardo \u00f3timas lembran\u00e7as dessa \u00e9poca. A banda era 10. Gilson Batata, excelente m\u00fasico, no baixo; Val nos teclados, e Bruninho na Bateria. As viagens foram muito divertidas. Ops, n\u00e3o se assustem, o nome da banda s\u00f3 diz respeito \u00e0 vocalistas (eram 4). Na foto s\u00f3 est\u00e3o os machos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Warlord (1998-2004)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/warlord.jpg\" alt=\"Warlord\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Banda de Heavy Metal formada em 1991, com influ\u00eancias de Judas Priest, Iron Maiden, Manowar. Comecei tocando guitarra mais ou menos em 1997 e assim permaneci at\u00e9 o in\u00edcio do ano 2001, onde assumi os teclados dando lugar ao guitarrista Jo\u00e3o Paulo. Com a WARLORD tive o prazer de abrir o show do ANGRA em sua passagem por Aracaju durante o ROCK-SE\/99. A partir do in\u00edcio de 2004 desisti dessa vida de tecladista e convidamos J\u00fanior (M\u00famia) para assumir os teclados. Agora eu fico ajudando na equaliza\u00e7\u00e3o e mixagem durante os shows, e ainda participo em alguns arranjos de guitarra e bateria nas m\u00fasicas novas. Sa\u00ed do palco e fui para os bastidores.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Warlord (2000-03)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/hugo_teclado.jpg\" alt=\"teclado\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mais ou menos em no final de 2000, decidi trocar a guitarra pelo teclado na banda Warlord, de forma a me dedicar mais ao estudo dos instrumentos de teclado, ao mesmo tempo em que lan\u00e7amos m\u00e3o de uma nova sonoridade e possibilidades composicionais dentro da banda. Assim permaneci at\u00e9 o fim de 2003 quando, juntamente com os integrantes da banda, decidimos convidar outro m\u00fasico para ocupar meu lugar nos teclados (mais experiente e com melhor qualidade t\u00e9cnica), ficando somente com a parte de arranjo e composi\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas, e dire\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Orquestra de C\u00e2mara (2000-03)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/orquestra_camara.jpg\" alt=\"Orquestra de Camara\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Meu primeiro contato com o violino foi em 1993, quando tentei cursar viol\u00e3o no Conservat\u00f3rio de M\u00fasica de Sergipe, mas s\u00f3 tinha vaga para violino. Ao final do ano abandonei o violino, e s\u00f3 voltei a ter contato com ele novamente em 1999, quando cursei uma disciplina de Instrumento Suplementar na Gradua\u00e7\u00e3o em M\u00fasica. Nesse ano segui estudando com o Prof. Teodoro Salles, e me apresentei em p\u00fablico tocando um concertino para violino e piano, acompanhado por Saulo Gama. No ano seguinte troquei o violino pela viola, e comecei a estudar com o Prof Luis C\u00e9sar Magalh\u00e3es. Pouco tempo depois juntei-me ao grupo que iria formar a Orquestra de C\u00e2mara da EMUs-UFBA, idealizada pelo Maestro \u00c2ngelo Rafael. Com a Orquestra de C\u00e2mara fiz diversas apresenta\u00e7\u00f5es, retirando-me no final de 2003, por n\u00e3o mais estar presente em Salvador. Saudades, snif, snif&#8230;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quarteto Azul de Viol\u00f5es (1998)<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/localhost\/hugoribeiro\/fotos\/quarteto_azul.jpg\" alt=\"QUarteto Azul\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Grupo formado pelos violonistas Hugo L. Ribeiro, Eduardo Bertussi, Humberto e Luis Cl\u00e1udio, durante a disciplina Percep\u00e7\u00e3o II (EMUS &#8211; UFBA). Al\u00e9m de instrumentista, eu tamb\u00e9m participava como compositor e arranjador. Fizemos algumas apresenta\u00e7\u00f5es, sempre incentivados por nossa grande professora Georgina Lemos. Que descanse em paz. <\/p>\n\n\n\n<p>Entrevista sobre a publica\u00e7\u00e3o do livro Da f\u00faria \u00e0 melancolia:\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/pdrock-sergipe.blogspot.com\/2011\/07\/da-furia-melancolia.html\" target=\"_blank\">http:\/\/pdrock-sergipe.blogspot.com\/2011\/07\/da-furia-melancolia.html<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Outshine (1992-94) Esta foi minha primeira banda, formada com o amigo Rafael Jr., baterista. 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