{"id":728,"date":"2024-02-07T09:30:39","date_gmt":"2024-02-07T12:30:39","guid":{"rendered":"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/?page_id=728"},"modified":"2024-02-07T09:30:39","modified_gmt":"2024-02-07T12:30:39","slug":"com-harmonia-introducao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/index.php\/com-harmonia-introducao\/","title":{"rendered":"Harmonia &#8211; introdu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Nesse t\u00f3pico est\u00e3o organizados conceitos relacionados \u00e0 harmonia tonal. Como \u00e9 poss\u00edvel notar, foi separado os conceitos referentes \u00e0 Condu\u00e7\u00e3o de Vozes dos conceitos de Harmonia. Para quem sempre estudou m\u00fasica popular, a condu\u00e7\u00e3o de vozes abre muito a cabe\u00e7a no entendimento da harmonia, principalmente no que se refere a como os acordes se tornaram o que s\u00e3o atualmente. Todavia, desde praticamente o in\u00edcio do s\u00e9culo XX (talvez por causa da harmonia funcional), os acordes tonais se tornaram agrupamentos de notas independentes da condu\u00e7\u00e3o de vozes. Dessa forma podemos estudar progress\u00f5es harm\u00f4nicas sem precisar se preocupar com quintas e\/ou oitavas paralelas \ud83d\ude42<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso optei por separar os assuntos. Entretanto, diversos livros ainda s\u00e3o baseados na condu\u00e7\u00e3o de vozes. Cabe a voc\u00ea, leitor, escolher por onde come\u00e7ar. Se seu problema atual \u00e9 saber como harmonizar pequenas melodias, basta ir direto nos livros de harmonia popular. Mas se voc\u00ea quer poder fazer arranjos mais elaborados, para grupos instrumentais diversos, o aprendizado da condu\u00e7\u00e3o de vozes \u00e9 essencial para seu sucesso. O ideal \u00e9 dominar ambos. Mas cada um sabe onde o sapato aperta&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Como dito anteriormente, a divis\u00e3o de Harmonia 1 e Harmonia 2 seguem, mais ou menos, o conte\u00fado ensinado nessas disciplinas na UnB. Por isso foi dividido. Al\u00e9m disso, ajuda a organizar o estudo, no caso do iniciante ou do leigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Segue abaixo uma penca de livros, apostilas e artigos sobre harmonia para todos os gostos. Boa sorte e bons estudos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Livros gerais sobre harmonia<\/h2>\n\n\n\n<p>KOSTKA, Stefan e PAYNE, Dorothy. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/kostka_Payne-Harmonia_Tonal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmonia Tonal<\/a>: com uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00fasica do s\u00e9culo XX. Traduzido por Jamary Oliveira, Hugo Ribeiro e Ricardo Bordini.<\/p>\n\n\n\n<p>Livro excelente sobre harmonia tradicional. \u00c9 muito bem organizado, didadicamente, com muitos exerc\u00edcios e exemplos musicais, possibilitando facilmente a autoaprendizagem de que se dispor a ler com afinco e dedica\u00e7\u00e3o. O \u00fanico por\u00e9m \u00e9 o fato de, assim como os demais livros de harmonia tradicional, ser baseado na quase que exclusivamente na l\u00f3gica da condu\u00e7\u00e3o de vozes. Mas seu diferencial \u00e9 que inclui, por todo o livro, al\u00e9m da cifragem tradicional (I-ii-V-vi), cifras de harmonia popular (C-Dm-G-Am), com muitos exemplos de m\u00fasica popular incluindo, inclusive, o Blues de 12 compasso, e a discuss\u00e3o sobre a semelhan\u00e7a entre o acorde de sexta aumentada alem\u00e3 e o SubV7. Por isso eu indico, fortemente, esse livro. Leitura essencial e insubstitu\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>GAUDIN, Robert. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Gaudin-Harmonic-Practice.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmonic Practice in Tonal Music<\/a>. Nova York, Londres: W. W. Norton, 1997.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais um excelente livro de harmonia tradicional. O \u00fanico por\u00e9m \u00e9 que est\u00e1 em ingl\u00eas, sem tradu\u00e7\u00e3o prevista. H\u00e1 um ponto interessante nele que \u00e9 o fato de utilizar an\u00e1lises schenkerianas para representar direcionamentos harm\u00f4nicos. Para quem gosta ou pretende conhecer um pouco de an\u00e1lise schenkeriana, \u00e9 uma fonte a mais.<\/p>\n\n\n\n<p>GUEST, Ian. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Guest-Arranjo-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arranjo<\/a>: m\u00e9todo pr\u00e1tico. Rio de Janeiro: Lumiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Excelente livro. Apesar de se concentrar mais nos aspectos t\u00e9cnicos de como arranjar uma m\u00fasica para diversos estilos e forma\u00e7\u00f5es, nesse primeiro volume, especificamente, tem toda uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 harmonia tonal b\u00e1sica. Vale a pena<\/p>\n\n\n\n<p>PASCOAL, Maria L\u00facia. PASCOAL, Alexandre. Estrutura Tonal: harmonia. Instituto de Artes, Unicamp.<br>PDF dispon\u00edvel na \u00e1rea restrita do site.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos poucos livros em portugu\u00eas a tratar de forma clara e did\u00e1tica a harmonia atrav\u00e9s da condu\u00e7\u00e3o de vozes. Usa tanto a cifragem tradicional (I &#8211; ii &#8211; V) quanto a funcional (T &#8211; Sr &#8211; D). Vale a pena.<\/p>\n\n\n\n<p>PISTON, Walter. Harmony. Londres: W. W. Norton, 1959.<br>PDF dispon\u00edvel na \u00e1rea restrita do site.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos livros de harmonia mais tradicionais que ainda \u00e9 utilizado. \u00c9 interessante notar que ele utilizava a cifragem tradicional, mas com os s\u00edmbolos todos em mai\u00fasculo, sem diferenciar, na cifragem, se o acorde \u00e9 maior ou menor. Por exemplo: I-II-V-VI seria escrito atualmente como I-ii-V-Vi, com os n\u00fameros romanos em min\u00fasculo para simbolizar os acordes de segundo e sexto grau menores. Nunca li, mas muitos bons professores ainda o utilizam, ent\u00e3o deve ser bom.<\/p>\n\n\n\n<p>SCHOENBERG, Arnold. Estructural Functions of Harmony. Londres: Faber and Faber, 1969.<br>PDF dispon\u00edvel na \u00e1rea restrita do site.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeira informa\u00e7\u00e3o interessante: esse n\u00e3o \u00e9 o mesmo livro que o prof. Marden Maluf traduziu sob o nome &#8220;Harmonia&#8221;. Est\u00e1 em ingl\u00eas, mas \u00e9 um excelente livro sobre a l\u00f3gica da estrutura harm\u00f4nica tonal. Parece ser, inclusive, uma das primeiras fontes a deixar claro a rela\u00e7\u00e3o entre os modos eclesi\u00e1sticos e as tonalidades maior e menor. Interessante fonte como revis\u00e3o sobre o assunto. Usa os graus sempre em mai\u00fasculo para simbolizar os acordes, mas se refere \u00e0s fun\u00e7\u00f5es tonais (T-S-D).<\/p>\n\n\n\n<p>FARIAS, Antonio. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Faria-Harmonia_funcional_arranjos_conducao_vozes.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmonia funcional, arranjos e a velha conducao de vozes<\/a>. Em Pauta, v. 18, n. 31, julho a dezembro de 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>Segue o resumo do artigo: Neste ensaio o autor aborda as quest\u00f5es que envolvem, no Brasil, os conceitos de harmonia tradicional, harmonia funcional e condu\u00e7\u00e3o de vozes e investiga, com base em manuais referenciais de arranjo, a quest\u00e3o da harmonia secional aplicada aos arranjos de m\u00fasica popular e faz um diagn\u00f3stico das conseq\u00fc\u00eancias que se fazem sentir no ensino atual da Harmonia em raz\u00e3o dos conceitos d\u00edspares existentes entre as duas vertentes.<\/p>\n\n\n\n<p>ANONIMO. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/harmonia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmonia<\/a>. Apostila n\u00e3o publicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Apostila sem autor conhecido sobre princ\u00edpios b\u00e1sicos da harmonia tonal e condu\u00e7\u00e3o de vozes.<\/p>\n\n\n\n<p>NETTLES, Barrie. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Nettles-Berklee_Harmony_1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmony 1<\/a>. Berklee College of Music, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>NETTLES, Barrie. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Nettles-Berklee_Harmony_2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmony 2<\/a>. Berklee College of Music, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>NETTLES, Barrie. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Nettles-Berklee_Harmony_3.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmony 3<\/a>. Berklee College of Music, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>NETTLES, Barrie. <a href=\"https:\/\/hugoribeiro.com.br\/antiga\/biblioteca-digital\/Nettles-Berklee_Harmony_4.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmony 4<\/a>. Berklee College of Music, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e9rie de 4 livros sobre harmonia utilizado no curso da Berklee na d\u00e9cada de 1980. \u00c9 antigo e em ingl\u00eas, mas bastante completo. Utiliza as cifras populares americanas sobre a partitura para representar os acordes. O primeiro livro \u00e9 bem b\u00e1sico e aborda mais o entendimento de acordes individuais. O segundo livro j\u00e1 inicia com dominantes secund\u00e1rias e segue a partir da\u00ed quest\u00f5es de progress\u00e3o harm\u00f4nica. Para quem conhece o livro de Chediak, j\u00e1 estar\u00e1 familiarizado com as nomenclaturas e simbolismos de setas indicando resolu\u00e7\u00e3o da dominante. O livro 3 inicia com o assunto da Dominante Substituta, e o livro 4 aborda quest\u00f5es como progress\u00f5es de engano (deceptivas) e harmonia modal. Leia de tiver tempo e quiser conhecer o modelo americano de compreens\u00e3o harm\u00f4nica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesse t\u00f3pico est\u00e3o organizados conceitos relacionados \u00e0 harmonia tonal. Como \u00e9 poss\u00edvel notar, foi separado os conceitos referentes \u00e0 Condu\u00e7\u00e3o de Vozes dos conceitos de Harmonia. 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